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O Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD) é a grande esperança do setor de TI brasiliense há mais de 15 anos. Da minha parte, luto por isso desde o fim da década de 90, quando participei do lançamento do projeto como diretor do Clube dos Jovens Empresários de Brasília.

Humberto Ribeiro, que recentemente foi secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento (MDICT), é lembrado como o primeiro presidente do Clube empresarial.

Jovens empresários que lançaram a proposta da Capital Digital foram Aziz Jarjour (Grupo Arábia), Wagner Sarkis (Estrutural Empreendimentos), Cristiane Hanashiro (Presidente da Junta Comercial do DF), Tatiana Moura (Prospecting Marketing), Ricardo Masstalerz (Akira Soluções Corporativas) e Gilberto Lima (Going Global Consulting), entre outros pioneiros no assunto.

Antes do ano 2000, contávamos com o entusiasmo do então presidente da Fecomércio, Sergio Koffes, e do presidente da Fibra, Antônio Fábio Ribeiro, este recentemente falecido, mas marcante em todos os tempos como o principal defensor do Parque Digital de Brasília.

Na década passada, tive a honra de ser presidente da Associação dos Jovens Empresários do DF (AJE-DF) e retomei as discussões que, agora, ao que parece, vão dar frutos reais, com a participação do Sinfor e da Fibra, entre outras entidades.

O certo é que existe uma área de 120 hectares reservada para o Parque Tecnológico Capital Digital, defronte ao Lago Norte, antes do Balão do Torto. Naquele local já está em funcionamento um investimento que atingirá o montante de R$ 1 bilhão. Trata-se do datacenter integrado do Banco do Brasil e da Caixa Econômica.

O Banco de Brasília (BRB) também vai instalar o seu datacenter e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF prepara-se para construir sua sede na área do PTCD.

Centenas de empresas de TI do DF esperam que o governador Rodrigo Rollemberg e as lideranças empresariais consigam a fórmula ideal para viabilizar o Parque Tecnológico Capital Digital sonhado deste o século passado.